Patricia Franco
Joalharia_JewelryExposições e Apresentações_Exhibitions and Work Presentations
Esculturas para Usar_Individual_Galeria Imerge, Porto
Este grupo de trabalhos são a representação de uma pesquisa visual, conduzida nos últimos 3 anos, reflectindo um ponto de vista, intimista e pessoal, da importância da memória (fisiológica e emocional).
Em 2007 iniciei a experimentação com fio metálico utilizando técnicas antigas de malha aparentemente anacrónicas que aprendi em criança com a minha mãe e avó, como o crochet, tricot e o bordado.
Desde então, comecei a criar joalharia e escultura em malha utilizando apenas as mãos e uma agulha de malha, criando objectos únicos ou de série limitada.
Quando crio uma jóia ou escultura tento recuperá-lo do pressuposto decorativo que ainda pode possuir nas sociedades contemporâneas, abordando temas universais que, de alguma forma, fazem parte da minha memória visual.
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MoMA Destination Portugal 2010_Museu de Serralves, Porto
Em Junho de 2009, uma comitiva do MoMA de Nova Iorque esteve no Museu de Serralves com o propósito de seleccionar um número de objectos a integrar o projecto Destination Portugal 2010. A convite da Fundação de Serralves apresentei uma selecção de trabalhos.
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Moda Figueira 2009_Casino da Figueira, Figueira da Foz
A convite da Anthrop_Espaço de Divulgação de Criadores Portugueses, participei na Moda Figueira 2009. De 15 a 24 de Maio, exposição e venda da minha joalharia. O Desfile, aconteceu no 23 de Maio no Casino da Figueira da Foz.




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Do Objecto à Cidade_Colectiva, Galeria Imerge, Porto
“DO OBJECTO À CIDADE“ é o tema escolhido para o evento NATAL na IMERGE, que a cooperativa IDEIAS EMERGENTES realiza desde 2006, e que este ano engloba sete projectos distintos, mas estabelecendo uma relação conceptual de grande proximidade no contexto das artes e cultura portuguesa contemporânea. NATAL na IMERGE tem a particularidade de ser apresentado e exposto em 3 Edifícios contíguos e localizados em plena Rua Santa Catarina ( ao ACP / Rua Gonçalo Cristóvão).
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Da Técnica Do Design:4 perspectivas da joalharia contemporânea_Centro de Design, Óbidos
(comissariado Patrícia Franco e participação especial de Blanka Sperkova e Angela Baduel Crispin)
A uma colectiva pede-se um fio, ou quatro perspectivas seriam apenas e, pontualmente, opiniões: quatro opiniões. Não se optou por uma aproximação temática e, provavelmente, mais fácil: a ‘constante’ é aqui do género da pertença.
Entre quatro aproximações a um conceito, mais do que a uma disciplina – a joalharia contemporânea – e quatro autores diversos nas formas, técnicas, materiais ou mesmo nas opções estéticas que apresentam, o que sobressai neste corpo colectivo é uma articulação de alguns elementos chave na joalharia: a técnica, o design e o valor. É num léxico comum que se encontram 4 vozes interpretativas de uma proposta que extravasa a singularidade de cada discurso.
São propostas de narrativas comuns na permeabilidade com que encaram herança e história, técnicas e materiais, função e valor. Pertencem, por aproximação e risco, a uma genealogia particular em que a memória se afirma na mesma e exacta medida em que se reinventa.
A joalharia já dificilmente se pode remeter à idealização ou concepção anacrónica da ‘jóia’: o objecto imiscuiu-se, irremediável, na sua forma e plano de intenções; a contemporaneidade, adquiridos e digeridos os primados pós-modernos, impôs-se na predisposição, na gramática, na função, nos métodos e na estética. Joalharia e joalharia contemporânea são cada vez menos duas vertentes disciplinares mas o resultado de uma transformação lenta, e no entanto fértil, da joalharia num campo de expressão artística. A joalharia, de artesanal a industrial, apresenta-se, agora individual, manifestação de projectos e discursos próprios tão cativantes quanto podem ser as expressões de um campo aberto e em plena reformulação.
Os autores que aqui se apresentam são exemplares na revelação das direcções permitidas neste campo. Se no uso de materiais se dessacralizou a ortodoxia do metal e da pedra preciosa, é na introdução de elementos disruptivos, quer na técnica, quer no design, que os trabalhos patentes se aproximam de uma linguagem comum.
A revalorização da dimensão individual e sobretudo manual na concepção e produção do objecto é acompanhada por um reposicionamento do seu valor simbólico num permanente estado de extensão identitária (do sujeito, do corpo em detrimento do grupo, da posição).
Modo de fazer, praxis oscilante entre o ascendente e o porvir, a joalharia contemporânea não tem ainda, apesar de tudo, uma difusão que lhe permita uma completa autonomia.
Mas a fraqueza do seu mercado é, paradoxalmente, um seguro que mantém em marcha uma liberdade experimental e criativa única. A disseminação e diversidade de criadores, consagrados ou emergentes, possibilita, na ausência de um paradigma formal, e apesar de reconhecíveis centros difusores e formativos, a afirmação e construção de universos pessoais, únicos e íntimos, como o demonstram as 4 vozes que aqui se pressentem.
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Mundo Mix_Edifício Alfândega, Porto
Mundo Mix PT, ponto de encontro de novos talentos da cultura urbana na Alfândega do Porto.
Palco concentrado de criatividade nas áreas da moda, design, artes plásticas, ilustração e fotografia.
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Exposição_venda de autor_Bleach, Marinha Grande
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Natal na Imerge, exposição_venda de autor_Galeria Imerge, Porto
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Desfile marca sueca Wesc (We are the superlative choice)_Palácio do Bom Jesus, Braga
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